Se você fosse começar de novo, por onde começaria?

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Tanto se fala em empreendedorismo, de pessoas com desejo de abrir seu próprio negócio, das empresas que se dão bem e de outras que acabam fechando as portas. Por isso, trazemos nesta editoria exemplos de empreendedores que falam para você, leitor, o que fariam ou não de diferente se iniciassem seus negócios nos dias de hoje.

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a2Com uma história de superação, Lena Souza faz uma reflexão ao voltar na linha do tempo.
“Minha jornada iniciou com um grande passo de coragem para mudar de vida. Estava pré disposta a encarar meu maior medo: subir no palco. Eu tinha somente esta intenção, vencer meus bloqueios e não imaginava que ao passar por essa transformação, teria o bônus de uma Lena empreendedora, apresentadora de TV e palestrante. E, hoje, eu faria diferente nas estratégias de marketing da minha ”marca pessoal”, para criar um desenho da minha carreira. Também teria apostado num mentor, por ser autônoma e não ter chefe, acabamos ficando sem referências, críticas, sugestões, diferente quando você está envolvido num grupo. Outro ponto, que acredito que é muito importante, não colocar os ovos na mesma cesta, o ideal é diversificar nossos investimentos“, avalia.

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a1Segundo a empresária Maria Aparecida Pereira Gonçalves, sócia-proprietária da Stágio Assessoria em Propriedade Industrial, durante seus 28 anos no mercado aprendeu muito unindo a prática com a busca do conhecimento. “Penso que gostar de correr riscos faz bem, mas calcular os riscos também é necessário. Se faria diferente? Sou uma viciada em aprender para evoluir e fazer a equipe crescer, porque é muito triste caminhar só. Se fosse para fazer algo diferente olharia o negócio de forma mais sistêmica, como faço hoje. O que significa buscar sempre o equilíbrio entre equipe, cliente e processos/resultados. Vivendo um propósito, líder e equipe, com os clientes, minuto a minuto, baseando tudo na vivência dos valores. É uma cultura, há que se cultivar como um cuidadoso jardineiro. Esse tem sido nosso desafio há alguns anos. Claro que faria “a diferença” ter tido essa cultura desde o início”, revela Cida.

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